Luchas por el reconocimiento y la redistribución. Análisis de narrativas en jóvenes universitarios
Conteúdo do artigo principal
Resumo
O presente artigo explora como as experiências de humilhação e menosprezo podem motivar lutas por reconhecimento e redistribuição entre jovens universitários, nos âmbitos moral e político. A partir de uma abordagem qualitativa, fundamentada nos pressupostos de Coffey e Atkinson (2003) e Connelly e Clandinin (1990), são examinadas as experiências de vida individuais de cinco jovens universitários com o intuito de identificar modos de subjetivação e interação que possam funcionar como fontes motivacionais de conflitos sociais. Este estudo destaca a necessidade de um exercício autorreflexivo no campo pedagógico, a fim de ampliar a compreensão sobre as experiências de vida e os impactos sociais vivenciados pelos jovens, incluindo suas feridas morais e lutas sociais.
Por meio do desenho da hermenêutica narrativa (Quintero, 2018), as narrativas foram interpretadas, revelando subjetividades e formas de reconfiguração de suas experiências de vida nos contextos familiares, sociais e institucionais.
Downloads
Detalhes do artigo
Declaração de Disponibilidade de Dados
Los datos de la investigación que respaldan los hallazgos de este artículo no están disponibles públicamente debido a acuerdos de confidencialidad con los jóvenes entrevistados. Sin embargo, como autora estoy dispuesta a compartir los datos con investigadores que lo soliciten para fines académicos.
Edição
Seção

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Política de Difusão Livre da Revista Discimus
A Revista Discimus está comprometida com a promoção da livre circulação do conhecimento científico e acadêmico, assegurando, ao mesmo tempo, o devido reconhecimento de seus autores e o respeito aos princípios éticos da publicação científica. Com esse propósito, todos os artigos são publicados sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0).
O que essa licença significa para autores, leitores e para a comunidade científica?
CC (Creative Commons): indica que a obra está protegida por uma licença Creative Commons, permitindo seu compartilhamento e sua reutilização de acordo com as condições estabelecidas.
BY (Atribuição): qualquer pessoa que utilizar a obra deverá atribuir o devido crédito aos autores, fornecer um link para a licença e indicar se foram realizadas alterações.
NC (Não Comercial): a obra não poderá ser utilizada para fins comerciais. Qualquer forma de utilização deverá ocorrer sem finalidade lucrativa.
SA (CompartilhaIgual): caso a obra seja remixada, transformada ou utilizada como base para a criação de outro material, a produção resultante deverá ser distribuída sob a mesma licença da obra original.
Como Citar
Referências
Bourdieu, P. (2002). La "juventud" no es más que una palabra. En Sociología y cultura (pp. 163-173). Grijalbo, Conaculta.
Bourdieu, P. y Passeron, J. (2006). Los herederos. Los estudiantes y la cultura. Siglo XXI.
Butler (1997). Lenguaje, poder e identidad. Síntesis.
Butler (2002). Cuerpos que importan. Sobre los límites materiales y discursivos del “Sexo”. Paidós.
Coffey y Atkinson (2003). Encontrar el sentido a los datos cualitativos. Universidad de Antioquia.
Connelly y Clandinin (1990). Stories of experience and narrative inquiry. Educational Researcher, 19 (5).
Feixa, C. (1995): El reloj de arena. México: Causa Joven. ——— (1990): «Púberes, efebos, mozos y muchachos: la juventud como construcción cultural». En VV.AA.: Juventud y sociedad: del neolítico al neón. Ayuntamiento de Zaragoza.
Fraser, N. (2000). Heterosexismo, falta de reconocimiento y capitalismo: una respuesta a Judith Butler. New Left Review, 2, 123-136.
Fraser, N. y Honneth, A. (2006). ¿Redistribución o reconocimiento?: un debate político-filosófico. Morata.
Hegel, G. (1967). System der sittlichkeit sittlichkeit, Nachdruck der Lasson-Ausgabe, Hamburgo.
Honneth, A. (1997). La lucha por el reconocimiento: por una gramática moral de los conflictos sociales. Editorial Crítica.
Honneth, A. (2009). Crítica del agravio moral. Patologías de la sociedad contemporáneas. Fondo de Cultura Económica.
Honneth, A. (2009b). Patologías de la razón. Historia y actualidad de la teoría crítica. Katz.
Honneth, A. (2010). Reconocimiento y menosprecio. Sobre la fundamentación normativa de una teoría social. Katz.
Honneth, A. (2012). Reificación. Un estudio en la teoría del reconocimiento. Katz.
Kemmis, S. (2007). Hacia una escuela socialmente crítica. Nau Llibres - Edicions Culturals Valencianes, S.A.
Mannheim, K. (2007). El problema de las generaciones. REIS, 193-242.
Quintero, M. (2018). Usos de las narrativas, epistemologías y metodologías: aportes para la investigación. Universidad Distrital Francisco José de Caldas.
Reguillo, R (2003), “Ciudadanías juveniles en América Latina”, Última Década, vol. 11, Nº 19, Santiago, Centro de Estudios Sociales (CIDPA).
Reguillo, R (2008) Jóvenes imaginados: La disputa por la representación (Contra la esencialización) Punto Cero. Universidad Católica Boliviana, vol. 13, núm. 16, enero-junio.
Ricoeur, P. (2006). La vida: un relato en busca de narrador. Ágora. Papeles de filosofía, 25(2).
Wyn, J., & White, R. D. (1997). Rethinking youth. SAGE Publications.